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Finitude Humana, por Claudir Pressi

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Finitude humana significa que somos seres finitos, muito embora, agimos como se nunca fossemos terminar nosso percurso por aqui. É exatamente a realidade de que nossa vida terrena um dia se encerra. Entretanto, como seres finitos, temos o anseio de nunca morrer. Na verdade, ninguém gostaria de morrer. É por isso que buscamos incansavelmente viver. Fazemos projeções e, de modo geral, demonstramos não nos preocupar com a chegada da nossa hora. De certa forma, isso não é necessariamente ruim. Talvez seja fundamental dar-se conta de que ninguém fica para semente!

Neste sentido, é interessante observar, que na maioria das vezes, nossos comportamentos, ao longo da vida, são contrários a essa realidade. Vejamos algumas situações e atitudes que persistem em nossa conduta diária e social, sejam elas: dificuldade de manter o equilíbrio entre trabalho e lazer, de integrar saúde e bemestar, de intensificar mais a prevenção das doenças do que a automedicação, do uso e das consequências das drogas lícitas e ilícitas, como por exemplo, bebidas e outros produtos gerando hábitos maléficos, não somente ao usuário como a toda a sociedade e de esperar que alguém faça ou nos dê tudo pronto.

Mesmo diante das estatísticas, alertando os riscos e os agravantes no que diz respeito ao consumo de alimentos com aditivos químicos, avançamos lentamente para uma alimentação saudável. Permanece como lacuna a formação cultural, pois, a maioria das pessoas encontra dificuldade para interpretar, de modo mais adequado os fatos e acontecimentos do cotidiano.

De certa forma, esta atitude, muitas vezes, permite que sejam utilizados os mesmos métodos de análise, acarretando num agir que impede mudanças, mantendo as coisas apenas por tradição. Talvez a expressão que tem como máxima: “aqui sempre foi assim, ou a gente costuma fazer sempre desse jeito”, sintetize este comportamento.

Há ainda outras constatações colocadas quanto a este assunto para ampliar a reflexão: a autenticidade parece dizer pouco diante do fanatismo, as convicções perdem força pela inflexibilidade e pela superficialidade, a ausência de autoridade produz confusão no sentido de liberdade.

São situações que nos pedem maior atenção e necessitam de novas atitudes. Tais realidades identificam e caracterizam o quanto negamos e fazemos escolhas equivocadas ao desejo de finitude. Ou seja, almejamos ser infinitos, porém, nos comportamos contrariamente a isso, limitando, ou quem sabe até, antecipando mais ainda nossa finitude humana!

 

PUBLICADO NO JORNAL ABCNOTÍCIAS DE 1º DE NOVEMBRO DE 2013

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