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Obesos podem economizar até 60% com medicamentos para controle de diabetes e colesterol

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A Orizon – empresa líder em serviços para os segmentos de saúde, seguros e benefícios – acaba de concluir um estudo com pacientes submetidos à cirurgia de redução de estômago, que verificou os gastos com medicamentos de uso contínuo durante um ano antes e um ano após a cirurgia. Pelo levantamento realizado, houve uma queda média de 60% nos gastos com remédios para o controle de diabetes e colesterol. Cada um desses pacientes conseguiu economizar por ano, em média, R$ 755,00 no tratamento do diabetes e R$ 525,00 no controle do colesterol após a cirurgia bariátrica.

"Os resultados refletem, acima de tudo, uma melhor qualidade de vida após a cirurgia”, analisa o Superintendente de Negócios Corporate da Orizon, Leopoldo Veras da Rocha. Desde janeiro de 2012, os planos de saúde são obrigados a cobrir o procedimento de cirurgia bariátrica (inclusive por vídeo).

Segundo dados do Ministério da Saúde, 54,5% dos homens estão acima do peso considerado ideal pela OMS (Organização Mundial de Saúde), já a parcela de indivíduos obesos é de 16,5%. Entre as mulheres, o sobrepeso atinge 48,1% e a obesidade 18,2%. “2,8 milhões de adultos morrem por ano em decorrência do sobrepeso e obesidade, principalmente as doenças cardíacas, diabetes e alguns tipos de câncer”, alerta Leopoldo Veras da Rocha citando dados da OMS.

Para a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, a primeira recomendação para o tratamento da obesidade é a adoção de hábitos saudáveis, como dieta leve e exercícios físicos regulares. Em seguida, tenta-se controlar a doença por meio de remédios, os conhecidos emagrecedores. Quando o médico e o paciente se convencem de que se esgotou a tentativa de tratar a obesidade exclusivamente pela mudança do estilo de vida, uma das alternativas mais eficazes é recorrer à cirurgia bariátrica.

FONTE: SIS SAÚDE