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REFORMA TRABALHISTA - Como os gaúchos votaram

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Proposta foi aprovada na noite desta terça (11) por 50 votos a 26 (e uma abstenção). Enviada pelo governo, reforma prevê pontos que poderão ser negociados entre patrões e empregados.

O plenário Senado aprovou nesta terça-feira (11), por 50 votos a 26 (e uma abstenção), o texto-base da reforma trabalhista. Entre os senadores gaúchos, Ana Amélia Lemos (PP) e Lasier Martins (PSD) votaram a favor. Paulo Paim foi contrário.

Enviado pelo governo no ano passado, o projeto muda trechos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e prevê pontos que poderão ser negociados entre empregadores e empregados e, em caso de acordo coletivo, passarão a ter força de lei.

Pela proposta, a negociação entre empresas e trabalhadores prevalecerá sobre a lei em pontos como parcelamento das férias, flexibilização da jornada, participação nos lucros e resultados, intervalo de almoço, plano de cargos e salários e banco de horas.

Outros pontos, como FGTS, salário mínimo, 13º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade, porém, não poderão ser negociados.