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Ação entre amigos em benefício de Alessandra Kleinebing

A comunidade chapadense está mobilizada na divulgação e venda da Ação entre amigos em benefício de Alessandra Kleinebing. Cada cautela está sendo vendida por R$ 5,00 e serão sorteados 3 prêmios:

1° R$ 2.500,00

2° R$ 1.500,00

3° R$ 1.000,00

O sorteio será realizado no dia 16 de janeiro de 2013 durante o Baile Popular da Chapadafest.

 

ALE

 

Alessandra Kleinebing: Uma história de superação e amor à vida!

 

“Há quase 16 anos, eis que um pequeno botão de rosa do céu caiu e fez morada no coração de Lisabete e Gelson Kleinebing. Com todo carinho regaram dia após dia o pequeno botão com muito amor, sempre acreditando que um dia ao desabrochar suas pétalas, encontraria um espaço especial para crescer e realizar seus sonhos, criaria raízes profundas que nem o tempo, nem a distância jamais poderiam arrancar”.

O Jornal de Chapada está falando de Alessandra Kleinebing, um nome forte e belo, que traz consigo o sentido da garra, da persistência, força interior e presença de luz. Com ela muitas pessoas, principalmente colegas aprenderam e ainda estão aprendendo o verdadeiro sentido da amizade e carinho, a doar sem nada querer em troca, a olhar a vida com outros olhos e assim enxergar a beleza de um mundo melhor através do seu doce olhar.

Mas, sua vida deu voltas e tudo mudou de repente. Foi o que aconteceu com a menina que todos conhecem por Ale.

Segundo seu pai, Gelson, tudo começou no domingo, 9 de outubro de 2011, quando ele e sua esposa Lisabete e a filha Alessandra foram a passeio para a cidade de Panambi. Neste dia, a Ale começou a sentir dores na cabeça. Ao retornar, foi medicada no Hospital São José de Chapada e como não apresentou

melhora, foi encaminhada ao Hospital da Cidade de Passo Fundo. Nas idas e vindas entre Chapada e Passo Fundo, o estado de saúde de Ale só regrediu.

Segundo o pai, ao chegarem no Hospital da Cidade de Passo Fundo foi constatado o rompimento de uma veia na cabeça e, com isso, o cérebro aumentou de tamanho. Desacordada, ‘Ale’ começou a ter convulsões, e essas foram contínuas. Então, os médicos decidiram encaminhá-la ao CTI, onde sedada a equipe pode tratar a menina.

Os pais conseguiram a internação da filha pelo SUS (Sistema Único de Saúde), e durante o tratamento, Lisabete e Gelson se locomoviam de Chapada a Passo Fundo todos os dias e após, se hospedaram em um albergue próximo ao Hospital onde a filha estava internada.

No 13° dia de internação, Alessandra fez uma Traqueostomia (procedimento cirúrgico no pescoço que estabelece um orifício artificial na traqueia, abaixo da laringe, indicado em emergências, e nas intubações prolongadas), que permite a respiração com a ajuda de aparelhos.

Durante a traqueostomia teve uma parada cardíaca e em seguida uma respiratória, os médicos tiveram que reanimá-la. No 15° dia começou a ter febre e isso agravou ainda mais a situação. O pai contou emocionado sobre como foram os dias da filha no hospital. “Durante todos os dias conversei com ela, pois sabia que me escutava. Dizia que faríamos tudo para que se recuperasse, mas que ela deveria ser uma guerreira”, disse. Falou que a cada dia que passava os médicos apresentavam um novo quadro do estado de saúde da filha, às vezes, com melhoras e outras, sem avanços. Eles ficaram firmes e fortes ao lado de Ale só porque tiveram o apoio de toda a comunidade chapadense, através de orações e ligações de apoio e força.

Durante os dias de internação iam surgindo várias hipóteses sobre a doença de Alessandra, ora era encefalite, ora uma bactéria ou vírus e depois uma meningite viral, mas até agora não se tem certeza da doença que a acometeu.

Como Alessandra ficou muito tempo acamada, foi colocada uma botinha (órtese) em seus pés, para que eles ficassem retos e isso acabou machucando- os, abrindo feridas. Durante os 103 dias que Alessandra esteve internada, 67 foram na CTI, recebeu oito bolsas de sangue, e para repor o mesmo, foram necessários 24 doadores. “Agradecemos a todos que se disponibilizaram em fazer a doação e ajudaram a família naqueles momentos difíceis. Todos os gestos de carinho foram importantes”, falou Gelson.

Durante os três meses de internação de Alessandra no Hospital da Cidade, teve altos e baixos na sua recuperação e a febre cessou, tendo alta no dia 23 de janeiro.

“A equipe sempre foi muito clara conosco, dizendo que a Ale poderia nunca mais voltar a se movimentar e que ficariam sequelas por tudo que ela passou”, disse o pai.

Hoje, está em sua residência em Chapada, cercada pelo carinho e amor de sua família, que faz de tudo por ela. Os pais não estão mais trabalhando, pois precisam ficar 24h com a filha.

 

TEXTO PUBLICADO NO JORNAL DE CHAPADA, EDIÇÃO N°1.089, ANO XX, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012

 

Alessandra tem se recuperado e depende de vários medicamentos. O desejo da família agora é reformar parte da casa para deixa-la adaptada às necessidades da Ale. Para ajudar a família você pode depositar qualquer quantia em dinheiro nas seguintes contas: Sicredi – agência: 0333, conta: 15276-5 e Banrisul – agência: 0584, conta: 39.025.000.06. Ou então, adquirir um número da Ação entre amigos. A família desde já agradece o seu auxílio.

 

FONTE: REDAÇÃO RÁDIO SIMPATIA E JORNAL DE CHAPADA.